A maior fábrica de alumínio do continente é a Albrás, formada pela Companhia Vale do Rio Doce e um consórcio japonês, a 40 quilômetros de Belém, no Pará, em atividade desde 1985, e que, sozinha, é responsável por 1,5% de todo consumo de energia do Brasil.
Autor: daniel
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Bacia Amazônica
Apesar de ter um quinto da água superficial do mundo, a Bacia Amazônica tem a população pior servida em matéria de abastecimento de água e esgoto de todo o País.
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Zona Franca de Manaus
As isenções concedidas pela Zona Franca de Manaus representam um terço de tudo que o governo federal deixa de arrecadar de impostos com o objetivo de promover o desenvolvimento regional e três vezes mais do que o saldo das exportações das outras regiões da Amazônia.
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Índios e caboclos
Índios e caboclos gostam da tartaruga para comer. As crianças, além de comer, gostam da tartaruga para brincar. Abrem um orifício no centro do casco, ali amarram um barbante e, pronto, a tartaruga pode ser puxada pelo quintal, como as crianças urbanas fazem com os carrinhos de brinquedos.
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Insetos
Com 30 milhões de espécies, os insetos foram o maior grupo de seres vivos na Terra, sem levar em conta bactérias e microrganismos. Na região Amazônia está um terço deles.
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Lenda do Tamba-Tajá
Na tribo Macuxi havia um índio forte e muito inteligente. Um dia ele se apaixonou por uma bela índia de sua aldeia. Casaram-se logo depois e viviam muito felizes, até que um dia a índia ficou gravemente doente e paralítica. O índio Macuxi, para não se separar de sua amada, teceu uma tipóia e amarrou a índia à sua costa, levando-a para todos os lugares em que andava. Certo dia, porém, o índio sentiu que sua carga estava mais pesada que o normal e, qual não foi sua tristeza, quando desamarrou a tipóia e constatou que a sua esposa tão querida estava morta. O índio foi à floresta e cavou um buraco à beira de um igarapé. Enterrou-se junto com a índia, pois para ele não havia mais razão para continuar vivendo.
Algumas luas se passaram. Chegou a lua cheia e naquele mesmo local começou a brotar na terra uma graciosa planta, espécie totalmente diferente e desconhecida de todos os índios Macuxis. Era a TAMBA-TAJÁ, planta de folhas triangulares, de cor verde escura, trazendo em seu verso uma outra folha de tamanho reduzido, cujo formato se assemelha ao órgão genital feminino.
A união das duas folhas simboliza o grande amor existente entre o casal da tribo Macuxi. O caboclo da Amazônia costuma cultivar esta curiosa planta, atribuindo a ela poderes místicos. Se, por exemplo, em uma determinada casa a planta crescer viçosa com folhas exuberantes, trazendo no seu verso a folha menor, é sinal que existe muito amor naquela casa. Mas se nas folhas grandes não existirem as pequeninas, não há amor naquele lar. Se a planta apresenta mais de uma folhinha em seu verso, acredita-se então que existe infidelidade entre o casal.
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Vale do Apertado encanta visitantes

O cenário do Vale do Apertado é capaz de encantar até mesmo ao mais exigente amante da natureza. O local é formado por um ambiente rústico, paisagem nativa, ecossistema
frágil, flora e fauna ímpar. O acesso à área ocorre pela BR-364. Partindo-se de Pimenta Bueno serão percorridos 70 km em sentido Vilhena. A partir daí, no KM 132, segue-se mais 12 km, pelo lado esquerdo, numa estrada estadual de terra.O Vale do Apertado chama a atenção não só de técnicos ligados a área ambiental, mas também de pessoas de várias regiões do Estado de Rondônia. Mesmo cientes da falta de estrutura do local, os turistas não deixam de visitá-lo. Segundo o auditor ambiental Edson Silva, membro da Associação Pimentense dos Amigos do Meio Ambiente (APAMA), a
área é especial e merece ser considerada de interesse turístico em virtude das
paisagens notáveis e dos acidentes naturais adequados à prática
desportiva -raffiting, cannying, boiacross, arborismo, rappel- nas águas e
rochas. Ele acredita que as cavidades naturais subterrâneas existentes no Vale do Apertado podem também ser constituídas em patrimônio cultural brasileiro, devendo ser
preservadas e conservadas para permitir estudos e pesquisas técnico-científica, voltadas para atividades étnico-cultural, recreativa e educativa.Segundo o auditor, as grutas ou cavernas da região foram formadas por processo natural, onde há inscrições rupestres -desenhos e escritas- que merecem ser estudadas para avaliar o período e a possível origem dos habitantes que viveram no local. Atualmente as grutas são habitadas por um indeterminado número de morcegos, havendo a crença de que no passado serviram de moradia para os primeiros habitantes da região. “O local se apresenta como área de potencial espeleológico devido à sua constituição geológica e geomorfológica, suscetíveis ao desenvolvimento de cavidades naturais subterrâneas, em decorrência da formação calcárea de suas rochas”, disse o auditor.
Belezas serão preservadas
Para que o cenário do Vale do Apertado possa ser dividido com os amantes da vida ao ar livre, segundo Edson Silva, torna-se necessário a elaboração de estudo de impacto ambiental para as ações ou empreendimentos de qualquer natureza, previstos em áreas de ocorrência de cavidades naturais subterrâneas ou de potencial espeleológico. “Ao lado de todo este potencial turístico, teremos um empreendimento de geração de energia – a PCH Rondon II- que irá preservar as belezas naturais do local”, disse o auditor. Ele lembrou também, que como compensação a empresa irá ainda oportunizar uma área de reserva ambiental no entorno do lago da usina geradora de energia elétrica, além de oferecer oportunidades de empregos aos moradores de Pimenta Bueno e região.O ambientalista Filinto Ribeiro, que também é membro da APAMA, disse que as belezas naturais do Vale do Apertado são únicas no Estado. Segundo ele, entre as principais atrações do local estão as cachoeiras, que chegam a 70 metros de altura. “Temos vários pontos turísticos na região de Pimenta Bueno”, disse.
Quanto as metas da Prefeitura para o local, a secretária de Meio Ambiente e Turismo, Márcia Figueiredo, disse que o município passará a investir em infraestrutura após a conclusão da PCH Rondon II. “Pretendemos firmar parcerias com a empresa que está construindo a usina e outras entidades para explorar o potencial turístico do Vale do apertado”, disse.
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O sagüi-leãozinho
O sagüi-leãozinho é do tamanho de uma escova de dente e pesa 130 gramas. Encontrado no Amazonas, é tão pequeno que alguns índios o deixam no cabelo para que cate piolhos e outros bichinhos.
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Registros Arqueológicos
Quando ocorreu a conquista dos colonizadores europeus, no século XVI, estima-se que alguns milhões de índios viviam na região. A ocupação da Amazônia pelos europeus iniciou-se por volta de 1540, porém, até o final da II Guerra Mundial, a presença humana na região quase não trouxe modificações à cobertura vegetal original. Hoje, aproximadamente, 10 milhões de pessoas habitam a região, numa densidade de dois habitantes/Km2. Estima-se que 1,5 milhão de pessoas vive na floresta.
O uso e a ocupação do solo da Amazônia são caracterizados pelo extrativismo vegetal e animal – incluindo a extração da madeira – pela pecuária, por madeireiras e pela agricultura de subsistência, bem como pelo cultivo de espécies vegetais arbustivo-arbóreas. A produção de grãos recobre parcelas contínuas expressivas. A mineração e o garimpo (atividades pontuais) e a infra-estrutura regional (atividades pontuais e lineares) também são responsáveis pela alteração dos ecossistemas naturais. Nos arredores de núcleos urbanos e áreas de ocupação mais antigas, uma boa parte das terras, outrora desmatadas, encontra-se recoberta ora por capoeiras, ora por florestas nativas nos seus vários estágios de crescimento e regeneração. Estima-se que 15% da Amazônia já foi desmatada.
Fonte: Ibama
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Aspectos da Vegetação
A Floresta Amazônica é uma floresta latifoliada (do latim lati, que significa largo), ou seja, com predominância de espécies de folhas largas. Com características próprias de clima equatorial, tipicamente quente e bastante úmido, é também conhecida como hiléia. Apresenta grande heterogeneidade de espécies animais e vegetais e caracteriza-se por três tipos de mata: de igapó, várzea e terra firma.
A mata de igapó corresponde a parte da floresta onde o solo se encontra inundado. Ocorre principalmente no baixo Amazonas e reúne espécies como mucuria samaúma, o jauari e a vitória-régia. A mata de várzea é própria das regiões que são periodicamente inundadas, denominadas terraços fluviais. Intermediárias entre os igapós e a terra firme, as espécies da mata de várzea têm formações variadas, como seringueira, palmeira, jatobá e maçaranduba. A altura dessas espécies aumenta à medida que se distanciam dos rios. As matas de terra firme correspondem à parte mais elevada do relevo. Com solo seco, livre de inundação, as árvores podem chegar a 65 metros de altura. O entrelaçamento de suas copas, em algumas regiões, impede quase totalmente a passagem de luz, o que torna seu interior muito úmido, escuro e pouco ventilado. Em terra firme encontram-se espécies como o castanheiro, o mogno e o guaraná. Os principais produtos extraídos da floresta são o guaraná, o látex e a castanha-do-pará.
A floresta, apesar de ser a característica mais marcante da Amazônia, não esconde a grande variedade de ecossistemas, dentre os quais se destacam: matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas, igapós, campos abertos e cerrados. Conseqüentemente, a Amazônia abriga uma infinidade de espécies vegetais e animais: 1,5 milhão de espécies vegetais catalogadas; três mil espécies de peixes; 950 tipos de pássaros; e ainda insetos, répteis, anfíbios e mamíferos.
Fonte: Ibama