Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.
Categoria: Brasil
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Amazonas
Amazonas – Maior estado em extensão do Brasil, com 1,5 milhão de km2 (20% do País). Como sua atividade econômica principal, surgida em função da zona franca, se concentra em Manaus (sede de 95% do produto Interno Bruto), metade de sua população afluiu para a Capital, atualmente a maior cidade da Amazônia. Por isso é o Estado proporcionalmente menos alterado da Amazônia. Pelo mesmo motivo, sua fraca densidade demográfica é motivo de preocupação para as autoridades que vêem a região pelo prisma geopolítico da segurança nacional. Inquietam-se com as extensas fronteiras sem a presença de brasileiros.
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Amazonense / Amazônico
Amazonense – Quem nasce no Estado do Amazonas
Amazônico – Quem nasce na região Amazônica
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Amazônida
Amazônida – Aquele que tem consciência da especificidade regional e da condição colonial da Amazônia. Ou seja, é um cidadão consciente de sua posição no tempo e no espaço regional.
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Boi-bumbá
Boi-bumbá, tradição celebrada, inicialmente, como uma festa no meio da rua, atualmente, reúne uma multidão de pessoas, num bumbódromo, para assistir à disputa entre os dois bois, representados pelos grupos Vermelho, ou Garantido, e Azul, ou Caprichoso. Na década de 60 o boi-bumbá foi para as quadras, criando então o Festival Folclórico. Em 1985, montou-se um bumbódromo de madeira, com arquibancadas, camarotes e uma arena acimentada para a apresentação dos grupos. Em 1988, foi inaugurada a versão em alvenaria, definitiva. A festa, realizada todos os anos no mês de junho, começou quando, em 1912, a comunidade passou a levar o boizinho de pano de Lindolfo Monteverde, chamado de Garantido, para brincar no quintal de moradores ilustres. Os bois-bumbás dançam em círculo ao som das toadas e o toque das palminhas ao ritmo cateretê, carimbó e marcha. As torcidas completam o show, que é uma mistura de teatro com um rico desfile. Quando acontece a Festa de Parintins, em junho, a pacata cidade que vive da pesca e da agricultura se mobiliza. As cores azul e vermelho, dos bois-bumbás Caprichoso e Garantido, dominam todos os lugares.
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Economia verde – a bioeconomia
A Amazônia tem o encanto e a frescura das telas acabadas de concluir. Conserva a tepidez do último dia da criação. E as impressões digitais do Supremo Criador. Ali, está dispersa por todos os cantos a grandiosidade. Nas águas, na terra e no céu. Não há maior esplendor crepuscular em nenhuma outra parte do mundo. Nem mais ofuscante meio-dia. Nem mais fascinante luar. Ali, o clarão da lua constitui uma alvorada azul, que é transformada em prata, ao toque mágico com a epiderme das águas e flui em torrentes argênteas ao longo das copas farfalhantes. Tudo tem grandeza excepcional. Até o próprio perigo.
Em 1864, após uma grande seca no Ceará, uma grande leva de brasileiros que estavam passando necessidades naquele estado-irmão descobriram um grande filão – explorar o látex de uma árvore nativa da Amazônia (encontrada apenas nesta floresta tropical), foi utilizada como matéria-prima para confecção de pneus. Estávamos em plena revolução industrial, e na Europa a borracha fazia sucesso. Nossos conterrâneos cearenses fizeram a “América” explorando nossos seringais, enquanto os europeus tentavam em vão cultivar a árvore mágica da Amazônia no clima temperado. Após a primeira grande guerra, depois de várias tentativas, conseguiram domesticar a Hevea brasiliensis em clima tropical de suas colônias no oriente, mais precisamente no Ceilão.
Em seguida os norte-americanos lograram êxito com a borracha sintética, o que determinou a queda de importância do precioso látex originário de nossas florestas tropicais. Com apenas um produto – a borracha, conseguimos durante algum tempo transformar Manaus e Belém em cidades importantes no roteiro econômico mundial. Neste período surgiram teatros nas duas cidades que faziam inveja em grandes metrópoles européias.
É certo que vivemos um novo tempo. Passamos a era da Agricultura, deixamos para trás a era industrial, e ingressamos no século da biotecnologia. Que papel a Amazônia terá neste novo momento mundial? E nós, amazônidas, como nos comportaremos diante de uma riqueza ainda não mensurada?
Segundo a Conservation International, dos 17 países mais ricos em biodiversidade do mundo (entre os quais figuram Estados Unidos, China, Índia, África do Sul, Indonésia, Malásia e Colômbia), o Brasil está em primeiro lugar disparado: detém 23% do total de espécies do planeta. Só para efeito de comparação, a Suíça tem apenas um planta “endêmica” (que só existe lá), a Alemanha, 19 e o México, 3.000. O Brasil tem 20.000, apenas na Amazônia. Apenas 5% da flora mundial foi estudada até hoje e só 1% é utilizada como matéria-prima. A biodiversidade brasileira, portanto, é o cofre de um patrimônio químico inexplorado de remédios, alimentos, fertilizantes, pesticidas, cosméticos, solventes, óleos e energias, além de moléculas, enzimas e genes em número quase infinito.
A Floresta Amazônica abriga 5.000 espécies de árvores. A Floresta temperada da América do Norte só tem 650 espécies de árvores. A Amazônia pode ter até 300 tipos de árvores por hectare. Uma Floresta temperada não tem mais de 25 tipos de árvores por hectare. O Brasil é o país com a maior diversidade biológica. A Colômbia vem em segundo e a Indonésia em terceiro. Em território brasileiro da Amazônia Legal temos o Vale do Juruá, no Acre (considerada a primeira área em diversidade biológica do planeta), e Cacaulândia, em Rondônia (festejada juntamente com Pakitza e Tambopata, no Peru, como as vice-campeãs em biodiversidade).
Pouco tem sido feito para que tomemos conhecimento de que somos detentores de um patrimônio natural equivalente a dois (2) trilhões de dólares. Em assim sendo, o Brasil pode se transformar na maior potência mundial da bioeconomia. Um mundo no qual o Brasil tem uma vantagem competitiva inigualável: a riqueza de sua biodiversidade. A variedade de espécies de plantas e animais existentes no ecossistema brasileiro contém um tesouro biológico de genes, moléculas e microorganismos sem paralelo no conjunto das nações do globo. A água, segundo estudiosos de cenários futuros, será o foco de grandes disputas internacionais. Neste quesito também somos abençoados pelo criador por termos a maior bacia fluvial do globo, com possibilidades reais de implantarmos projetos de grande porte de piscicultura em água doce, de fornecimento de água para regiões carentes desse produto.
Hoje, tanto se fala em venda de crédito de carbono, em projetos que compensem o desgaste ambiental produzido pelo homem no século XX. Em projetos de reflorestamento, de redução de emissão de gases poluentes, em aproveitamento racional do lixo produzido, entre outros. São medidas mitigadoras importantes, necessárias e racionais que se harmonizam com o desenvolvimento sustentável, amparados no trinômio economia, meio ambiente e social. Diante de tantas oportunidades e ameaças os habitantes da Amazônia precisam entender melhor qual o seu papel, o que podem fazer pela sua terra, como podem sobreviver em meio a essa riqueza, de forma digna, permitindo a pesquisa da biodiversidade ainda existente, sem comprometer o futuro das gerações vindouras. Esta cultura precisa urgentemente ser implantada, permitindo alguma compensação aos que preservam a riqueza da Amazônia, que com certeza está sendo socializada com toda a humanidade.
Edson Silva, Auditor para a implantação do processo de Qualidade Ambiental.
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O povo do vale
‘Vocês vão para aquele lado? Então façam o favor de parar numa casa azul, que fica na beira da estrada e avisar a dona da casa que o marido dela fez a cirurgia e passa bem’, diz Seu Bernardo, um dos entrevistados de nossa equipe, ao ser informado sobre nosso próximo destino. Em uma outra ocasião, ouvimos de um jovem: ‘Aquele senhor quer saber se vocês podem dar uma carona prá ele e a senhora dele até Costa Marques?’. Os pedidos de carona são ainda mais freqüentes nas margens do rio. Será que dá para vocês darem uma carona de barco para mim, até a próxima vila? – questiona outro morador. Este tipo de comportamento é comum no Vale do Guaporé, onde nós da equipe Amazônia a vista tivemos o prazer de permanecer durante uma semana.
As belezas naturais do lugar são incontestáveis, mas o povo também é encantador. Uma gente simples, espontânea e sempre pronta para largar o que está fazendo para atender bem a quem vem de fora, mesmo que esses visitantes sejam curiosos como nós, que querem saber em pouco tempo, tudo sobre uma comunidade centenária como a de Santo Antônio, ou sobre um ambiente rico em biodiversidade como o Vale do Guaporé. Se a entrevista é feita por volta do horário do almoço, não há como deixar o local sem almoçar. Praticamente ao mesmo tempo em que se faz o convite, se joga o anzol no rio e em poucos minutos a refeição está garantida.
Bem guiados tanto por água quanto por terra, conhecemos lugares e gente encantadores. Longe do toque do celular – já que ainda não há rede em Costa Marques – e da tensão de se produzir notícia com tempo marcado, curtimos um cenário repleto de matas nativas, águas calmas, pássaros e peixes de várias espécies. Os animais que se concentravam nos rios ou em suas margens fugiam da proximidade dos curiosos, enquanto os botos cor-de-rosa, em grupos, pareciam querer pousar para as câmeras. A sensação é indescritível.
Trabalhar no Vale do Guaporé foi uma experiência única e inesquecível. Foi possível unir, sem grande esforço, o útil ao agradável e fazer um jornalismo significante e verdadeiro.
Eli Batista é jornalista
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Paradoxo
Quem diria, hein! Em plena Amazônia eu procuro e não encontro ar puro. Como é possível tamanho contraste, nesta, que é considerada o pulmão do mundo e a maior floresta nativa do planeta? Pois é, tudo tem explicação. É preciso produzir riquezas, alguém precisa ganhar. É necessário reformar os pastos, produzir soja, madeira, equilibrar a balança comercial, etc,.. etc,.. etc,..! Convence? Não sei, mas todo ano é assim, quando chega agosto o ar fica carregado de impurezas e a nossa vida insuportável. Para todos os lados só se vê uma névoa de fumaça provocando inúmeras conseqüências à saúde humana e ao meio ambiente.
Tudo por causa da atitude irracional do homem…espera aí…irracional… não! Pelo que se saiba todo organismo tem um papel social dentro de sua comunidade, aquilo que os biólogos chamam, cientificamente, de “nicho biótico”, ou seja, cada um dos seres, animais ou vegetais, têm uma função que contribui para a preservação de seu meio, seu habitat. Nesse caso, se os animais são irracionais, as causas da depredação ambiental são as atitudes “racionais” do homem, afinal, animais não derrubam e queimam árvores.
De acordo com estudo baseado em dados da Agência Espacial Brasileira, que reúne imagens monitoradas por satélites e divulgado numa revista científica norte americana, entre 1995 e 2000, 1,9 milhão de hectares foi devastado, equivalendo a sete campos de futebol por minuto de mata virgem destruída. Outros dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Instituto Ambiental da Amazônia (Ipam), calculam em, no mínimo, U$$102 milhões o custo médio anual dos danos provocados pelo fogo na região Amazônica, incluindo a liberação de milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2). Só em Roraima, no ano de 1998, ocasião em que foi registrado o maior incêndio florestal da história do País, o Estado sozinho emitiu entre 36 e 472 milhões de toneladas de CO2.
Você sabe quanto vale uma vaca? Acredito que sim. E quatro vacas, você sabe? Todo mundo sabe. E quem não sabe, se quiser, descobre rapidinho. É só perguntar no açougue mais próximo. É fácil levantar.
Agora, responda-me, você sabe qual o espaço de pasto necessário para se criar uma vaca, ou melhor, quatro vacas? Provavelmente não saiba, mas se tiver interesse em saber, creio não ter dificuldade para levantar tal informação. É só perguntar a qualquer pecuarista que ele terá a resposta na ponta da língua, ou seja: 24 mil metros quadrados, ou, o equivalente a 2, 4 hectares, ou se preferir, 1 alqueire.
Agora, responda-me, se puder, você sabe quantas vidas são extintas em idêntico espaço de floresta nativa para formar o pasto? Acredito que até o mais renomado doutor em ciências biológicas teria dificuldade para precisar, com exatidão, os bilhões de microorganismos, insetos, animais rasteiros, aves, outras espécies animais e vegetais extintos com o fogo de um suposto progresso que atende a interesses de uma elite minoritária.
Imagine você amarrado ao topo de uma árvore, completamente despido e por baixo, inúmeros ramos secos entrelaçados como uma fogueira, pronta para assá-lo vivo a uma menor fagulha. Imagine sua angústia ao perceber as raízes já em chamas, atingindo pouco a pouco o tronco, as labaredas alimentadas pela casca ressecada da árvore, a cada instante tornando-se mais vivas e ganhando novas formas, formas aterrorizantes, semelhantes a dragões cuspindo fogo. Você olha para os lados e não vê a mínima chance de salvação. E o pior, vai sofrer muito antes de ser tostado, porque tem certeza de que o fim é inevitável e será cruel. E eu acredito! Você vai rever na mente toda sua vida em segundos, como uma fita de vídeo sendo rebubinada, desde de sua remota infância até o fatídico momento, e não vai encontrar um motivo, se quer, que o torne merecedor de tamanho suplício.
É desta forma que morre o passarinho recém nascido e ainda depenado, sem poder voar, andar, totalmente impotente, sem a menor chance de defesa. É claro que não posso saber o que sente um pássaro em tal situação, mas sendo fácil imaginar um ser humano em posição idêntica, creio ser possível deduzir. O pássaro não tem memória para avaliar se merece ou não esse fim, mas o egoísmo materialista do homem não se importa e o condena a pena capital. Pense! Reflita! Porque se não, o animal extinto de amanhã, pode ser você.
Messias Pereira é jornalista
e-mail: [email protected] -

Índios são evangelizados

No mínimo 50% dos índios de Rondônia pertencem a uma ou a outra congregação religiosa. Na Reserva Indígena Suruí, localizada a 500 quilômetros de Porto Velho, Capital do Estado, metade dos moradores já foi evangelizada por pastores brasileiros e estrangeiros. Um evangelizador americano já estaria inclusive traduzindo o novo testamento para a língua tupi-mondé.
O assunto divide opinião nas aldeias. O cacique Mupirí Suruí disse que a evangelização existe desde a época em que os brancos começaram a manter contato com os índios, mas que tem aumentado muito nos últimos cinco anos. Ele informou que recentemente teve que permitir a construção de uma igreja na aldeia, para evitar desentendimentos entre os índios. A partir daí decidiu deixar que cada um decidisse por seguir ou não uma religião.
O cacique Almir Suruí disse que a desvantagem da evangelização é o impacto causado na cultura indígena. Segundo ele, a influência da igreja fez com que ocorressem muitas mudanças na aldeia. Deixaram de ser realizadas várias manifestações culturais como danças, festas e casamentos tradicionais.
A índia Diná Suruí é uma das que defendem a evangelização. Ela dá continuidade ao trabalho dos pastores, ensinando as crianças da aldeia. Na opinião de Diná, a religião não prejudica a cultura dos índios, mas sim orienta-os para que deixem de beber, de matar e de fazer outras coisas ruins. “A bíblia diz que só no caminho de Deus é que teremos a vida eterna”, disse.
Índio vira pastor
O evangelizador da Igreja Batista, Jadir Almeida, que atuou nas aldeias dos Suruís durante quatro anos, disse que o trabalho é realizado recomendando a preservação da cultura indígena. Jadir explicou que evangelizava com a ajuda de dois índios, que faziam a tradução dos textos bíblicos. Uma das aldeias chegou até mesmo a criar um coral.Jadir informou também, que há cinco anos, quando começou a atuar nas aldeias indígenas, um pastor americano já evangelizava os Suruís há cerca de 15. “Sempre recomendei a preservação da cultura. Explicava que a bíblia dizia que o homem devia ter apenas uma mulher, não matar e não beber, mas eu não pressionava, deixava que eles decidissem”, disse.
Segundo Jadir, um jovem chamado Chico Epab Suruí teria ficado tão influenciado com a evangelização, que resolveu ser pastor e com a autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai), frequentou o curso de Teologia, com o patrocínio da igreja. O jovem terminou a faculdade no final de 2004 e voltou para a sua aldeia, porém não conseguiu se readaptar.“A igreja ainda quer fazer uma proposta para o Chico Epab, para ver se ele vem morar na cidade e trabalhar a evangelização dos índios nas aldeias”, disse.
Impacto na cultura
A indigenista Maria do Carmo Barcelos, disse que começou a conviver com os Suruís em 1976, pouco tempo depois de serem contatados e que naquela época, os índios ainda preservavam seus costumes. Segundo ela, é desrespeitoso qualquer pessoa chegar e tentar impor uma religião, o que, em sua opinião, está acontecendo com os Suruís. “A vida dos índios é explicada através de mitos, com uma ligação muito forte com o espírito. Por isso é fácil chegar com uma mensagem espiritual e confundi-los”, disse.Segundo a indigenista, com a penetração da religião, os costumes indígenas vão ficando esquecidos. “O pajesismo, por exemplo, praticamente não existe mais nas aldeias”, disse.Um ponto positivo da religião, conforme a indigenista, é a contribuição para que os jovens se afastem das bebidas, porém, ela acredita que existam alternativas para desenvolver outro tipo de trabalho de conscientização. “A caracterização física e os rituais já estão se acabando e se as coisas continuarem assim, toda a cultura dos Suruís será extinta”, disse.
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Tartaruga-da-Amazônia
O maior quelônio de água doce é a tartaruga-da-Amazônia. Uma grande mede até um metro e meio de comprimento. É maior do que um triciclo infantil.